Homem de jaqueta de couro ferido no abdômen, sentado diante de uma maleta aberta cheia de notas de dinheiro (Reais). Ao fundo, uma mulher elegante com vestido preto bebe champanhe, ladeada por dois capangas de terno em um apartamento de luxo à noite.
Conto: O Zoom da Paranoia - Um Crime em 4K
A noite no Rio de Janeiro tem um cheiro bem peculiar, sabe? Uma mistura agressiva de maresia, escapamento de ônibus de tubo furado e desespero perfumado....
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Homem de óculos escuros observando a pista em uma boate neon enquanto DJ feminina comanda o som ao fundo
Conto "O Silêncio dos Algoritmos"
O silêncio é, sem sombra de dúvida, a mercadoria mais cara do Rio de Janeiro. A minha quitinete em Copacabana fede a mofo, café amanhecido e solidão analógica....
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Fotografia fotorrealista de Robert segurando uma marreta em uma cobertura luxuosa com mesa de vidro estilhaçada, enquanto Elena e Maurício o olham aterrorizados sob o reflexo de luzes de polícia.
O Fantasma da Cachaça
Às vezes a gente morre, mas esquece de parar de respirar. O quarto de pensão na Lapa fedia a mofo & cachaça barata, um perfume que se misturava com...
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Reconstituição histórica fotorrealista do encontro entre o filósofo Diógenes e Alexandre, o Grande. Robert, um homem de barba grisalha e expressão séria, aparece integrado como um dos soldados da guarda macedónia. Diógenes está sentado junto a um barril, pedindo a Alexandre que não tape o sol.
Conto: "O Sol e a Sombra de um Rei"
Corinto, 336 a.C. O mundo estava prestes a ser engolido por um jovem macedônio com fome de divindade. Alexandre não era apenas um rei; ele era o “Dono...
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Robert e Dona Margareth cercados por sedãs pretos no calçadão do Arpoador ao pôr do sol, com o Morro Dois Irmãos ao fundo.
O Golpe dos Algoritmos
Acordei com o sol do meio-dia martelando na minha janela imunda na Lapa & com o hálito de quem tinha engolido um cinzeiro cheio. O loft fedia a café...
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Policial militar da PMERJ em hospital público durante plantão 24h observa com tensão enquanto enfermeira acompanha ao fundo em ambiente clínico
Conto "Plantão 24h: O Turno dos Malditos"
O ar condicionado da UPA na Zona Norte do Rio tinha a mesma eficácia que uma oração em dia de tiroteio: servia apenas para manter o cheiro de éter e sangue...
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Robert, um homem de cabelo grisalho e barba (conforme referência visual), sentado em um balcão de madeira desgastada no 'Bar do China', um boteco noir e mal iluminado no Rio de Janeiro. Ele estende a mão para receber um molho de chaves pesadas e enferrujadas que o dono do bar, Juvenal, um homem de aparência paraense em um avental, lhe entrega. Ao fundo, personagens misteriosos — um homem de terno de linho e uma mulher de vestido vermelho — observam na penumbra. Há garrafas de cerveja 'Antárctica' sobre o balcão. A luz é quente, sombria e existencial.
A Última Cerveja do Bar do China: Um Conto Noir no Rio
O Rio de Janeiro lá fora parecia uma carcaça de baleia apodrecendo sob o mormaço. O Bar do China, encravado num beco que a prefeitura esqueceu de batizar,...
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Vista do interior de um carro de aplicativo à noite na Linha Vermelha, Rio de Janeiro. No retrovisor, vê-se o rosto suado e tenso de Robert. O celular no painel exibe uma nova corrida com destino ao Cemitério do Caju. Fora do carro, o portão do cemitério e um vigia fumando nas sombras.
Conto: "O Passageiro da Linha Vermelha"
O ar-condicionado do Logam era uma piada de mau gosto. Ele bufava um ar asmático que não vencia o mormaço fluminense. Sabe aquele calor que não vem do...
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Robert (homem de terno e óculos) em primeiro plano num velório em Botafogo, com Arlete (viúva de véu preto) chorando ao fundo. Cena do conto A Viúva da Rua da Passagem.
Conto: "A Viúva da Rua da Passagem"
O cheiro de velório é uma mistura de lírios apodrecendo, cera de vela & o hálito de gente que finge que se importa. Eu detesto lírios. Eles têm cheiro...
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Homem de terno, gravata e óculos com expressão de cansaço e preocupação, representando Robert, o protagonista ghostwriter do conto O Cobrador de Sorrisos.
Conto: "O Cobrador de Sorrisos: Quando a Autoajuda Vira um Banho de Gasolina"
O cursor do Word pisca como uma ferida aberta. Eu odeio aquele brilho branco. Escrevo: “O universo conspira a favor de quem vibra alto”. Que...
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Máquina de escrever Underwood vermelha com a mensagem "Até logo! Mas continue navegando, tem muitas coisas interessantes por aqui..." no blog SubversivaMente.
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